quinta-feira, 28 de maio de 2009

Portal do Transparência deverá disponibilizar lista de entidades beneficiadas pelo Estado

A Assembleia Legislativa aprovou, nesta quarta-feira, 27, em primeira discussão, o projeto de lei que deter-mina a disponibilização, no Portal da Transparência do governo estadual, da relação completa das entidades não governamentais, de quaisquer es-pécies, que forem beneficiadas com recursos públicos estaduais. O projeto de lei, de autoria do deputado Hildon Fidélis, o Castelo (PTB), recebeu a aprovação unânime dos 18 parlamen-tares presentes à sessão. A matéria, segundo o autor, visa dar maior trans-parência a utilização dos recursos públicos por parte destas entidades.
Fonte: Site Ale 27/5/2009 18:27:01

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Sessão do dia 25 de maio Deputado Hildon Fidelis (Castelo) Cobra Passivos dos Servidores da ALE.



Em sessão na Assembleia Legislativa no dia 25 de maio de 2009, O Deputado Hildon Fidelis (Castelo), Nobre deputado Reiterou o pedido do Presidente da Assembeia Sr. Fernando Toledo, que ele se sensibilize e olhe pelos servidores da Assembleia.
Imagens: Sidcley Gomes

Deputado Castelo, cobra passivos dos Servidores da ALE


Imagens: Assessoria deputado Castelo

Grupo Santo Antonio da Paróquia do Espirito Santo


Um Exemplo de Solidariedade.
Fonte: Assessoria do Deputado Castelo
Fotos: Sidcley Gomes e Imagens: José Rosivaldo

domingo, 10 de maio de 2009

Mensagem de seus assessores:


Uma das grandes bênçãos da vida é a experiência que os anos
vividos nos concedem.
Aniversariar é uma amostra das oportunidades que temos de
aprender a contar os nossos dias.
Hoje, mais um a janela se abre diante de seus olhos,
mais um espinho foi retirado da flor, restando apenas a beleza
de tão bela data.

Os sintomas da felicidade se traduzem do otimismo, na fé,
na esperança tenho empenho por se ser melhor a cada dia.

Continue firme pelos caminhos da virilidade e suas verdades.

Continue trilhando pelos vales da vida, pois um dia encontrarás o
mais belo jardim,
o jardim que representará a realização de seus maiores sonhos.

Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida.

Feliz Aniversário!
Essa é uma singela mensagem de seus assessores, pelo dia de hoje 10 de maio, que você esta completando mais uma primavera, essa foi postada com muito amor e carinho e é o que te desejamos do fundo dos nossos corações.

sábado, 9 de maio de 2009

Dia das Mães

O Senhor Hildon Fidelis (Castelo) esteve presente na missa que comemorou o dia das Mães na Paróquia Divina do Espírito Santo, na ocasião ele fez uma Singela homenagem a todas as mães, distribuindo uma mensagem em seu nome e de todos os seus assessores.
Fotos: Sidcley Gomes

Mensagem do dia das Mães

Mãe Sublime
Tentar descrever a mãe
Foge à lógica e à razão,
Ela é um por cento cérebro,
O resto é só coração,
Seu amor é sem medida,
Na ternura é divinal,
Mãe é algo tão sublime,
Que só o céu é igual.
Para defender seu filho
É mais feroz que o leão;
Ela ataca com a força
E também com a oração.
Compará-la a um anjo
É conceito seu e meu.
Ela é bem maior do que anjo,
Só é menor do que Deus.

Uma Singela homenagem do senhor Hildon Fidelis (Castelo) e seus assessores aquela que com seu ventre enche de esperança para que no futuro tenhamos uma cidade, estado e um mundo melhor pra todos nós.
Autor: Antonio João da Silva

terça-feira, 5 de maio de 2009

Chuva abre cratera na Jatiúca

Os moradores da Rua Procópio Júnior, na Jatiúca, tiveram um grande susto na madrugada desta sexta-feira, 01. O volume de chuva que cai sobre Maceió desde ontem, abriu uma cratera que “engoliu” quase toda a rua. Cerca de 10 metros da tubulação da Casal se rompeu.A cratera se abriu bem em frente à casa da aposentada Iracema Ferreira. Ela conta que por volta das 2h da madrugada ouviu um estrondo e pensou que fosse trovão. Alguns minutos depois, foi acordada pelos parentes que avisaram do buraco. “Nunca pensei que fosse isso. Há 39 anos moro aqui e quando chovia isso não acontecia. Entrei em desespero e comecei a chorar”, conta a aposentada. José Maria Barbosa, esposo de Iracema, acha que a culpa foi da construção que está sendo feita em frente à sua residência. O engenheiro, da obra a qual o Barbosa se referiu, Ronald Vasco, explicou que a cratera se formou porque o canal da drenagem está entupido, sendo assim, a água da chuva foi acumulando e não tinha como escoar. “A obra não tem nada a ver. Já falei com a prefeitura várias vezes que era necessário uma limpeza”. A cratera está sendo tampada por equipes da prefeitura que estão jogando terra no buraco.
O prefeito Cícero Almeida, o deputado Hildon Fidélis (Castelo) e o empresário João Lyra estiveram no local para verem de perto o estrago. Além da Rua Procópio, outras ruas no bairro também sofreram danos. Vários prédios da Jatiúca tiveram suas garagens invadidas pela água da chuva. De acordo com o coordenador-geral da Defesa Civil, Antônio Campos, a maior média de volume de chuva registrada em Maceió durante 32 anos foi de 195 mm. Das 7h de ontem para às 7h de hoje, foram registrados 105mm. “Em 24h, foi registrado 50% da maior média”, diz Campos. O coordenador estava se preparando para ir a outras áreas que estão em situação crítica, a exemplo do Mutange, onde várias casas caíram, da Favela Sururu do Capote e do Vale do Reginaldo. “As famílias do Mutange que ficaram desabrigadas serão transferidas para o Colégio Hélio Lemos”, conta o coordenador.
Fonte: Primeira Edição de 01/05/09 por Redação

Tema da Campanha da Fraternidade é debatido em sessão pública


“Fraternidade e Segurança Pública”
O tema da Campanha da Fraternidade da Igreja Católica neste ano, “Fraternidade e Segurança Pública”, foi tema de sessão pública na tarde desta segunda-feira (4) no plenário da Assembleia Legislativa. Proposta pelo deputado Judson Cabral (PT), a sessão contou com autoridades ligadas ao segmento da segurança pública do Estado, da Igreja e da sociedade. O propositor da sessão explicou que desde a época em que ainda era vereador por Maceió, sempre buscou realizar sessões públicas para contribuir com a Igreja na massificação dos temas definidos pela Campanha da Fraternidade. “A Arquidiocese de Maceió tem buscado ouvir as comunidades, com iniciativas como a Missa pela Paz, realizada todos os meses. Então, diante disso, a Assembleia não poderia se furtar em abrir as portas para receber a população e discutir meios que venham a combater a violência crescente”, considerou Judson Cabral. O presidente da Casa, depu­tado Fernando Toledo (PSDB), disse que a sessão pública busca encontrar soluções para combater a crescente onda de violência. “Precisamos discutir com quem possa apresentar alternativas, meios de combate à violência porque não adianta debater sem trazer res­postas concretas e esse é o momento”, declarou Toledo. O arcebispo de Maceió, Dom Antonio Muniz, explicou que a campanha deste ano está norteando o Ministério da Justiça para a realização de uma conferência nacional. “Este pode ser o momento para se pensar de uma forma diferente na política pública de segurança”, acredita o religioso. O comandante da Polícia Militar (PM), coronel Dalmo Sena, disse que segurança pública se faz com policiamento mas, sobretudo, com família e religião. Ele revelou que a PM tem um programa de orientação a jovens para combater o uso de drogas. “É uma forma que temos de chegar às famílias”, disse Sena. De acordo com o coman­dante, mensalmente são apreendidas 75 armas pela corporação. “Acredito que estamos poupando, no mínimo, 75 vidas”, declarou. A sessão pública contou com a presença de outras autoridades, a exemplo da vereadora por Maceió Fátima Santiago (PP), Padre Manoel Henrique, representantes da seccional alagoana da OAB e os deputados Manoel Sant’Anna (PTB), Hildon Fidélis, o Castelo (PTB), Hélio Silva (DEM), Paulo Fernando dos Santos, o Paulão (PT), representantes das comunidades, entre outros.
Fonte: Assembleia Legislativa de Alagoas 5/4/2009 Foto: ALE

segunda-feira, 4 de maio de 2009

O que pensa o vendedor de revistas que virou deputado


Castelo diz que “Assembleia melhorou” e agora quer a cassação dos taturânicos

Da Editoria de Política
Ele pode ser considerado o deputado menos votado do mundo. Foram exatos 340 votos, na eleição de 2006. Com essa votação, Hildon Fidelis (Castelo) não se elegeria sequer vereador em muitos dos 102 municípios alagoanos. A História ensina que candidato sem voto só se elege, em situações excepcionais, com grandes sobras de votos de campeões de urnas. Não é esse o caso de Hildon Fidelis. Humilde comerciante, dono de uma banca de revista na Av. Amélia Rosa (Jatiúca), ele jamais pensou em se eleger deputado estadual. Sua candidatura em 2006 não passou de uma experiência. Seu nome entrou na lista “só para constar”. Fez o que tantos outros fazem. Ele se lançou na base do “vamos ver em que vai dar”. Apelidado de Castelo, fez cam­panha, cravou seu próprio nome na urna eletrônica e ligou o rádio para acompanhar a apuração. Não se surpreendeu quando ouviu sua votação: 340 votos. Dentro, claro, de suas limitações. Votação ínfima, mas reveladora de uma certeza: tinha muitos amigos. Ninguém foi comprado, ninguém recebeu coisa alguma para digitar seu número. Só voto amigo. O que Castelo não imaginava era que, cerca de 10 meses após a instalação da legislatura, um terremoto chamado Operação Taturana sacudiria a velha Assembléia Legislativa. A Polícia Federal em ação, deputados presos, milhões de reais desviados, um pandemônio. E, três meses depois, 10 deputados afastados, suspensos, impedidos de exercer o mandato. Foi ai que a porta se abriu e a Justiça acabou mandando para o plenário o Homem dos 340 votos. Para se ter uma idéia do que é isso: dos 27 eleitos em outubro de 2006, o menos votado foi o petista Judson Cabral, que obteve exatos 15.074 votos. Ou seja, 43 vezes a votação atribuída a Castelo.
Na entrevista a seguir, o PRIMEIRA EDIÇÃO registra uma síntese do que pensa, hoje, com assento no Poder Legislativo de Alagoas, o deputado menos votado do planeta.

- Em algum momento, após a eleição, passou por sua cabeça a idéia de que poderia assumir o mandato parlamentar?
- Não, Jamais pensei em assumir a condição de deputado estadual. A quantidade de voto foi pouca. Mas, veio a operação da Polícia Federal, investigando os taturanas, e surgiu a oportunidade para os suplentes. Fiquei na 14ª suplência e cheguei lá.
- Como o senhor se sente hoje representando três milhões de alagoanos?
- Muito feliz. Moro aqui em Maceió há 50 anos e conheço bem os problemas da minha cidade.
­- Como o vendedor de revistas se lançou na Política?
- Eu sempre lutei e trabalhei em prol da comunidade. Faço um trabalho social para ajudar as pessoas excluídas da sociedade. A minha missão é essa.
- Qual sua atividade fora da política?
- Sou comerciante, tenho uma banca de revista há 26 anos. Sou um vendedor de informações, mas sou também um missionário. Participo de muitos movimentos da Igreja Católica e atuo nessa problemática que hoje atinge tanto a sociedade, ou seja, a violência causada pelas drogas.
- Como deputado, o senhor trabalha mais nessa área?
- Sim, a minha missão é trabalhar em cima dos dependentes químicos, dos que enfrentam o problema das drogas. Ai reside minha preocupação como deputado.
- O Senhor crê num Poder Legislativo que desceu ai nível em que se encontra a Assembléia de Alagoas?
- Acredito, sim, e ficou melhor depois que os novos deputados chegaram aí com um novo pensamento em criar projetos para beneficiar a sociedade. A população já está acreditando nos novos deputados.
- A seu ver, o Conselho de Ética que está sendo criado terá condições de julgar os deputados indiciados pela Polícia Federal?
- Acredito que sim. A comissão de Ética tem justamente essa finalidade, ou seja, julgar os deputados cúmplices, que fizeram coisas não convenientes. Creio que a comissão de Ética vai ajustar os problemas que tem aqui.
- Quanto ganha um deputado estadual?
- O salário de um deputado é R$ 9.800,00, a gente desconta Imposto de Renda e Previdência, e fica em torno de R$ 7.200,00.
- E o quanto entra mais na conta do deputado como verba de gabinete, como verba de assessoria?
- Isso não entra na conta do deputado. Isso é verba para as despesas com o gabinete e para pagamento aos comissionados.
- O pagamento dos assessores é feito em cheque ou em conta-corrente?
- Em conta bancária, todos eles têm cartão para fazer o saque, eles recebem pelo trabalho que fazem.
- Quanto o deputado recebe para o gabinete?
- Bom, eu não tenho idéia, é através de uma cláusula. É R$ 50.815,00 para pagar os cargos em comissão , e R$ 39.000,00 para o custeio do gabinete.
- O duodécimo da Assembléia é suficiente para a manutenção do Poder?
- Acho que sim. O duodécimo dá muito bem para suprir as necessidades.
- O que o senhor acha da criação do Plano de Cargos e Carreiras dos servidores? É relevante a implantação do PCC?
- Sim, é um assunto que o presidente Fernando Toledo vem discutindo há muito tempo, desde o Natal está sendo estudada a questão do pagamento dos funcionários. É um processo que tem de rever muitas coisas, mas acredito que se vai chegar a uma conclusão.
- Qual sua expectativa sobre a decisão que virá do Supremo Tribunal Federal em relação aos deputados afastados? A seu juízo, o presidente Gilmar Mendes determinará o retorno ou os manterá afastados?
- Isso vai ser resolvido depois da tramitação do processo, depende de uma análise que está sendo feita aí, mas, pelo andar da carruagem, creio que tudo vai chegar a uma decisão positiva para aqueles que estão no exercício de seu mandato, a aqueles que estão fora que continuem fora.
- No plano interno da Casa, o senhor admite que poderá haver julgamento e cassação dos deputados indiciados?
- A gente tem que esperar pela decisão da Justiça. O Ministro Gilmar Mendes, lá do
Supremo Tribunal, está com o processo, então, vamos aguardar...
- E no caso de um julgamento político? O senhor crê que o Conselho de Ética poderá cassar, ou seja, punir os deputados com cassação, depois de todos esses escândalos que ocorreram na Assembléia?
- Acredito que sim, agora, temos que ter paciência. O presidente Fernando Toledo está aguardando alguma informação sobre o processo para que, a partir daí, ele possa tomar uma decisão.
- Em sua opinião, por que não existe transparência, na Assembléia, por exemplo, em relação às finanças? Por que a Mesa não joga aberto com os deputados, informando, explicando quanto recebe, quanto gasta, para onde vai o dinheiro, a que se destina o duodécimo. Por que isso não acontece?
- Realmente, tem que ter transparência. Infelizmente, a gente fica sem saber, quer dizer, é uma situação difícil porque a gente não tem acesso às contas. Vamos esperar que isso mude. Por enquanto, não sabemos é de nada.
Fonte: Primeira Edição de 4 a 10 de maio de 2009