terça-feira, 21 de julho de 2009

Eduardo Tavares vai pedir afastamento de três deputados denunciados por "crime de mando"

O procurador geral de Justiça, Eduardo Tavares Mendes, disse ao blog que vai ao Tribunal de Justiça pedir o afastamento de três deputados denunciados por homicídio pelo Ministério Público Estadual. São eles: Antônio Albuquerque, Cícero Ferro e João Beltrão. "Vou me reunir nesta terça-feira com os integrantes do Gecoc para solicitar formamelmente o afastamendo desses parlamentares dos respectivos mandatos. Há coberturta legal sustentanto a medida, e nós esperamos que os desembargadores atendam ao nosso pedido".

A iniciativa, na verdade, é uma resposta ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Gilmar Mendes, que não admite o afastamento do mandato de parlamentares denunciados por Imbrobidade. "Queremos ver se com 'crime de mando' o entendimento dele é o mesmo", desafiou o procurador. Ele disse que o ministro se equivocou ao afirmar que o Ministério Público Estadual não havia apresentado denúncia contra os deputados acusados de assassinato: "Denunciamos, sim, tanto que agora vamos pedir de novo que eles sejam afastados."

Fonte: Blog Ricardo Mota às 10:00

domingo, 19 de julho de 2009

Castelo garante que fica na vida pública

Após a volta dos deputados estaduais afastados, suplente ainda acredita que vai voltar à Assembleia Legislativa.

Desde o início da última semana, com a volta à Assembleia Legislativa dos deputados afastados e indiciados pela Polícia Federal na Operação Taturana, o empresário Hildon Fidélis deveria voltar à rotina que tinha até meados do ano passado: passar a maior parte do tempo em sua banca de revistas, que fica na avenida Amélia Rosa, Jatiúca, e se dedicar a projetos na área social, como voluntário. Certo? Errado. Castelo, como é mais conhecido, que vinha ocupando uma das cadeiras de deputado estadual pelo PTB desde outubro do ano passado, garantiu que não vai abandonar a vida pública e os protestos contra a corrupção.“Praticamente, não posso voltar a me dedicar inteiramente à banca atualmente porque ainda estou participando dos movimentos”, disse Castelo, que falou com O JORNAL no início da tarde da última sexta-feira, em sua banca, sobre o tempo em que ficou na Assembleia Legislativa como deputado. Horas antes da entrevista, ele foi o único dos deputados suplentes a participar das manifestações para marcar a passagem do dia 17 de julho de 1997, quando aconteceu o protesto em frente à Assembleia Legislativa para pedir o impeachment do então governador Divaldo Suruagy.


Na manifestação, houve protestos também contra a volta dos deputados afastados. Castelo explica que já participa de atividades contra a corrupção a algum tempo: é integrante do Comitê 9840, coordenado em Alagoas pelo polêmico lider comunitário Antonio Fernando da Silva, o Fernando CPI, que foi seu chefe de gabinete na Assembleia Legislativa.


"Na Assembleia Legislativa, eu deixo claro que não sou favorável à corrupção, que não me junto a esse tipo de gente, pessoas que compram votos e ludibriam os eleitores, conseguem uma quantidade enorme de votos. Eu não tive essa quantidade enorme de votos, mas foram votos conscientes, da comunidade, dos amigos e dos meus eleitores. E eles dizem que realmente continuam me apoiando, me parabenizando e sendo solidários", garantiu.
O empresário de 65 anos, com segundo grau completo, casado, pai de três filhos e avô de uma neta assumiu, em outubro de 2008, o mandato de deputado com o afastamento dos titulares, a pedido do Ministério Público Estadual. Com as vagas abertas, a Justiça decidiu favoravelmente a pedidos de suplentes para assumir. Entre eles, estava Castelo.


Seguindo exemplo de Padre Cicero
Nas eleições de 2006, a primeira que disputou em sua vida, o empresário foi candidato a deputado estadual pelo PTB, mas ficou na suplência da coligação que contou, ainda, com PMN, PFL (hoje DEM), PV e PP. Só teve 340 votos, o que em condições normais, resultaria em grande dificuldade para assumir o cargo. Mas a decisão da Justiça de afastar nove deputados estaduais eleitos pela coligação, somado ao indiciamento pela PF de outros suplentes bem votados, facilitou o processo.

“Para mim foi uma surpresa muito grande chegar à Assembleia com essa quantidade de votos. Considero até uma graça de Deus”, afirma. Castelo conta que a vida de Padre Cícero, de quem é devoto, o inspirou para entrar na vida política. “Meu padrinho Cíço atendia ao povo no Ceará mas não tinha condição de atender a tudo aquilo que era pedido. Então ele chegou ao ponto de se candidatar a prefeito do Crato e foi eleito. Com isso teve maiores condições de ajudar o povo”, assegura.
Natural de Mari, no agreste da Paraíba, Castelo chegou a Maceió na década de 60, na adolescência, quando estudou no Colégio Estadual. Em 1973, foi um dos fundadores do conjunto habitacional Castelo Branco, na Jatiúca, onde mora até hoje.
“Quando Cheguei, ninguém queria morar aqui”, revela. Também é no conjunto onde fica sua banca de revista, que abril em 1982.
“Aqui na banca, que foi aberta há 26 anos, as pessoas chegam aqui pra compram jornal, revista. As pessoas batem um papo. Atendo o povo aqui. Quando eu abro a banca de manhã, já vão chegando as pessoas. Aqui é uma central de atendimento ao público.
Quem quiser pode aparecer.

Crença no retorno ao mandato na ALE

Questionado se ainda tem esperanças de retomar o mandato, ele responde: “Acredito que vou voltar. Isso é questão de poucos dias. Eles vão ser afastados como foram em 2007. Vamos esperar que esse quadro seja revertido e nós possamos trabalhar novamente, dando sequencia ao que vínhamos fazendo como deputado estadual”, disse.

Sobre a volta dos deputados afastados, Castelo declarou: “Lamentavelmente aconteceu isso: a volta desses deputados taturanas, que promoveram um grande desastre enquanto estiveram na Assembleia. A volta deles é uma grande perda para a sociedade, principalmente para o trabalhador da educação, da segurança”.

“Com o montante de dinheiro que eles desciaram anteriormente dava para construir muitas casas e resolver os problemas da educação pública, da saúde, da segurança, onde há um verdadeiro caos”, acrescentou o empresario. Mas ele revela que tem recebido apoio maciço para seu retorno. “Por onde eu passo, o povo é solidário a mim e fala que isso não deveria acontecer. A população é contra a volta deles”, disse, emendando: “A taturana é uma lagarta muito forte, que pode destruir muito mais folhas”.

Além de acreditar no retorno à Assembleia Legislativa, Castelo adianta: pretende ser candidato a deputado estadual em 2010. “Já estou em campanha. “Castelo de novo, quem quer é o povo”, adianta o slogan. “O pessoal pediu que eu continue”, revelou o empresário. (J.A.)

As sessões de ônibus e táxi-lotação

Algumas das atitudes de Castelo, logo quando assumiu como deputado estadual, chamaram a atenção. Era comum, por exemplo, ver castelo ir para a sessão de ônibus ou táxi-lotação, diferente do que acontece com a grande maioria dos deputados estaduais. Depois de algum tempo, Castelo passou a locar um carro para ir às sessões.

Ele explicou que a despesa podia ser paga com a verba de gabinete. O empresário conta que, depois que teve de se afastar, devolveu o veículo. Ele descarta a possibilidade de comprar carros de luxo, como os que são usados por alguns dos parlamentares estaduais. Mas não os criticou por isso. “É uma exigência da própria Assembleia: os deputados têm que ter um pouco mais de conforto para exercer a função”, disse.

PAZ – Também diferente do muitos parlamentares estaduais, Castelo conta que nunca precisou contratar seguranças particulares ou portar armas de fogo. “Ando para todo canto. Nunca precisei andar com seguranças do lado, nem portando armas. O deputado tem que ser assim: uma pessoa da paz. Agora que tem inimigo precisa andar com arma, segurança”, disse, descartando que já tenha recebido qualquer tipo de ameaça. “Sou um homem de paz”, garantiu o empresário. (J.A.)

Experiência no Poder Legislativo
Na entrevista a O Jornal, Castelo também falou sobre a experiência que teve na Assembleia Legislativa. Ele lembrou que cinco projetos de lei de sua autoria foram aprovados pela Assembleia e sancionados pelo governador Teotonio Vilela Filho (PSDB).Sobre a relação com os deputados titulares, que não foram indiciados pela PF na Operação Taturana, o empresário garante que sempre teve um bom relacionamento.
“Os deputados são meus amigos. Não perdi essa amizade. Eles me consideravam como deputado, como pessoa e como cristão. Não tenho nenhuma mágoa deles. A não ser esses taturanas, que voltaram e que eu não conhecia. Mas todos eram meus amigos e foi uma grande experiência de vida que tive nesses dez meses na Assembleia”, afirmou,emendando: “Mas digo que passei dez meses não é porque a esperança de voltar acabou não”.
“Vou voltar. A sociedade alagoana pode ficar ciente que vamos voltar e dar prosseguimento ao nosso trabalho, à vida parlamentar. Porque realmente o povo alagoano precisa de deputados com vida transparente, que não estejam interessados em roubar o dinheiro público, que tenham responsabilidade e o pensamento de trabalhar para o povo”, garantiu.
PEDIDO – Ele também falou sobre o requerimento que os suplentes chegaram a apresentar para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa pedindo abertura de processo de cassação por quebra de decoro contra os deputados afastados e indiciados pela PF. Castelo explicou que o requerimento não foi para frente porque nenhum partido de peso quis assiná-lo, lembrando que o Fórum de Combate à Corrupção também fez um pedido semelhante.
“Apenas um partido assinou esse requerimento. Então o resultado foi esse aí. No Supremo [Tribunal Federal], o [Ministro-Presidente] Gilmar Mendes fez com quis”, disse, lembrando que, em outros estados, como o Espírito Santo, a Justiça estadual conseguiu manter deputados acusados de crime fora da Assembleia Legislativa. (J.A.)

Combate à dependência química
Apesar de ter se afastado da Assembleia Legislativa, Castelo não esqueceu do discurso que adotou em plenário como deputado. Ele aponta que 70% dos jovens alagoanos “estão mergulhados nas drogas”. “Isso é falta de projeto. Para se ter uma idéia, no ano passado voltaram R$ 500 mil para Ministério da Saúde porque uma Secretaria não enviou projeto para tratamento de dependentes químicos. Isso é uma falta de responsabilidade e mostra que eles não se preocupam com os anseios da população”, declarou.
A briga contra a dependência química é uma de suas bandeiras de luta. Em sua banca de revista, quem chega encontra um troféu na frente. Castelo explica que o item representa uma vitória pessoal para ele: “recebi esse troféu quando comemorei 27 anos que parei de beber. Me libertei em 82. Desde então virou minha missão. Acredito que vou conseguir lutar para tirar outras pessoas da dependência química”.
“Os deputados que voltaram não estão preocupados com isso, né? Estão preocupados em aumentar riqueza, comprar gado”, avalia o empresário. Por falar em seu trabalho social, ele narra, por exemplo, que toda quarta-feira, sobe a ladeira até o Sítio São Jorge para levar comida e roupas para serem doadas às pessoas carentes que moram no Lixão. “Isso tudo aqui é roupa e comida, para ser doada”, disse Castelo à nossa equipe, levantando duas sacolas plásticas pesadas, que estavam em um dos cantos da banca.
APOIO – Sobrinho do empresário, o major da Polícia Militar Luiz Fidelis conta que a família vem dando todo o apoio ao empresário desde sua entrada no mundo da vida pública. “De início, ficamos apreensivos. Mas procuramos dar todo o apoio a ele. Nos sentimos honrados pela atuação dele no parlamento”. Disse.
O major Luiz estava na banca de revista, no momento em que O JORNAL conversava com Castelo. “Acreditamos que pessoas que não votaram nele em 2006 porque não conheciam seu trabalho devem votar nele nas próximas eleições”, disse, revelando que os familiares e equipe de trabalho de Castelo sempre se empenharam para que o deputado continuasse exercendo seu mandato. (J.A.)

Fonte: O Jornal de 19 de julho de 2009

Reportagem: José àrabes

Foto: Marco Antônio

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Após decisão de Gilmar Mendes, ex-deputado Castelo volta a vender revistas na Jatiúca

A reportagem do CADAMINUTO conseguiu conversar com o ex-deputado suplente Hildon Fidélis da Silva, o “Castelo”, que foi afastado com a volta dos deputados acusados de terem desviado verba pública da Assembleia Legislativa. Castelo voltou a trabalhar na Banca de Revista, na Avenida Amélia Rosa, no bairro da Jatiúca, em Maceió.
O ex-deputado ainda tem esperanças em voltar ao parlamento. Enquanto isso acontece, ele vende suas revistas e bate-papo com amigos nas horas vagas, além de continuar ajudando dependentes químicos na capital. Tomou posse para deputado em 29 de outubro de 2008 e teve que deixar a ALE, após decisão do ministro Gilmar Mendes.

CADAMINUTO: O senhor continuou com o trabalho solidário que vinha sendo feito antes de deputado?

Castelo: Essa é uma missão eu tenho, desde o início há 27 anos que estou nesse trabalho de recuperação de dependentes químicos e o meu desejo seria justamente de um dia poder dá um espaço, como a fazenda Esperança que existe na cidade de Marechal Deodoro. Então essa era minha missão. Já mas vou abandonar o meu sonho.

CADAMINUTO: O que mudou de deputado para vendedor de revistas?

Castelo: Na minha vida não mudou nada, continua da mesma maneira, essa banca que eu tenho, já está com 26 anos de tradição. Esse é minha vida, uma vida simples. Passei 10 meses na Assembleia Legislativa com a mesma simplicidade, sempre querido por todos. Não existe discriminação como falaram na imprensa, não me senti discriminado, de maneira nem uma faço parte da sociedade.
Todos os dias me levando cedo, para atender os meus clientes, converso política, economia, segurança, violência. Então é um dia a dia que é gostoso para mim. Quem vive no projeto de Deus, jamais vai encontrar barreiras e obstáculo na vida.

CADAMINUTO: Agora vai ficar difícil tentar resolver problemas na sociedade, sendo um balconista?

Castelo: Não tenha dúvidas existem obstáculos. Como deputado tinha um espaço melhor, um caminho mais aberto. Por exemplo, semana passada registrei em cartório, uma associação Castelo da Esperança, justamente para tratamento para dependentes químicos. Vou pedir apoio aos deputados para que seja reconhecida como utilidade pública.

CADAMINUTO: Castelo ainda existe esperança do senhor retornar a ALE?

Castelo: Vamos deixar passar o tempo e ver o que vai dá. Existe um agravo regimental já foi colocado pelo procurador Eduardo Tavares. Mas nem tudo está perdido, e as esperanças não vão terminar por aqui, vamos aguardar os acontecimentos.
Nós suplentes já fomos afastados uma vez, não sei qual o motivo. Por incrível que pareça tudo acontece no recesso, mas na época entramos com o mandado de segurança e todos que foram afastados voltaram para suas funções. E vamos aguardar para que isso aconteça novamente.

CADAMINUTO: Qual sua opinião sobre a volta dos deputados taturanas?

Castelo: É muito ruim. Com a Operação Taturana da Polícia Federal foi descoberta um desvio de R$ 300 milhões de reais dos cofres públicos, na verdade um rombo na ALE. A função do deputado é legislar e fiscalizar o governo e colocar projetos como nós suplentes apresentamos. Então a função não é para desviar dinheiro, nem outras coisas mais desse tipo. Foi lamentável a situação, mas vamos esperar que isso seja revertido.

CADAMINUTO: Por que o nome de Castelo?

Castelo: Esse nome Castelo foi quando estudava em um colégio estadual no ano de 1964, onde a educação era de primeira qualidade. O nome pegou quando acontecia o hasteamento das bandeiras na escola e quando estava falando o professor falou: ‘Agora o Castelo vai falar’ e até hoje me chamam de Castelo e gosto de ser chamado dessa forma.

CADAMINUTO: O senhor quer desabafar alguma coisa para a sociedade?

Castelo: Quero agradecer, ao povo alagoano, espero que tenham paciência que o quadro vai ser revertido e assim que formos revertidos, nós vamos fazer o máximo para trabalhar para sociedade na Assembleia Legislativa.

Fonte: por Wadson Correia 16/7/2009 às 9:44:17 - Atualizada: 16/7/2009 - 9:46:54

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Segundo Aniversário do Jornal Tribuna Independente

O Deputado Hildon Fidelis, o Castelo, se fez presente na manhã desta quinta feira 09 de julho de 2009, na solenidade do 2.º Aniversário do Jornal Tribuna Independente, onde o mesmo parabenizou a todos que fazem a família Tribuna Independente.
Fonte: Assessoria do Deputado Castelo
Fotos: José Rosivaldo

terça-feira, 7 de julho de 2009

Agradecimentos...

Uso este espaço hoje, dia 07, para agradecer ao deputado Castelo (PTB), por ter citado o meu nome – de forma gratuita – ao exemplificar entre seus assessores um projeto de lei para regulamentar a contratação de jornalistas pelo serviço público estadual, fazendo com que seja obrigatório o diploma em concursos públicos oriundos do Governo do Estado de Alagoas.
Castelo argumenta a qualificação profissional e a formação acadêmica como balizadores para exercício da profissão, ressaltando a importância da educação superior, fazendo alusão a diversas profissões regulamentadas, como consta na justificativa de seu projeto de lei. O deputado estadual citou outros diversos jornalistas que buscam desenvolver seus trabalhos de forma séria e com honestidade intelectual.
Há ainda uma discussão forte quanto à constitucionalidade do projeto, diante da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), mas – de qualquer forma – é válida a iniciativa para que se fomente a discussão sobre a exigência do diploma para jornalista, explorando todos os ângulos da questão e não apenas os argumentos maniqueístas da luta do bem contra o mal.
Defendo a formação acadêmica, por acreditar ser o balizador mais adequado diante da evolução do jornalismo. Mas, prometo que ainda esta semana exponho meus argumentos aqui no blog, tornando pública uma discussão (no bom sentido) com o amigo Yuri Brandão, por quem nutro grande respeito apesar de discordar de suas posições.

Fonte:Blog do Vilar - 07/07/2009

quinta-feira, 2 de julho de 2009

II Encontro de CCAs da CMM no dia 20 de junho de 2009

Participação do Deputado Castelo na II Conferencia de CCAs da CMM da Sociedade São Vicente de Paulo.

Fonte: Fotos/Imagens: Sidcley Gomes e José Rosivaldo

Equipe de Assessores do Deputado Hildon Fidelis, o Castelo

Produzido e Editado por PickPoint Digital

Veja fotos no site abaixo:

http://pickpointdigital.blogspot.com