terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Sessão Especial homenageia centenário de Dom Hélder Câmara

A sessão especial convocada pelo deputado Judson Cabral (PT) para homenagear o centenário de nascimento de dom Hélder Câmara, na Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira, 30, reuniu representações da Igreja Católica, da política e da sociedade. Coube ao padre Manoel Henrique, da paróquia de São Pedro, no bairro da Ponta Verde, apresentar os aspectos mais importantes da vida do religioso, que teve atuação marcante na resistência à ditadura militar do país.
Manoel Henrique lembrou a trajetória de vida de dom Hélder. Ele destacou a contribuição do religioso cearense na fundação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da qual foi o primeiro secretário-geral e do Conselho Episcopal Latino-Americano. “Dom Hélder participou do Concílio Vaticano e fez a opção de defesa dos pobres e dos direitos humanos”, acrescentou. Câmara foi amigo pessoal do Papa Paulo VI e do Padre Cícero.
O autor da proposição pela sessão, deputado Judson Cabral, disse que as comemorações pelo centenário de nascimento de dom Hélder era a oportunidade da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia prestar homenagem ao homem que teve forte atuação na defesa dos direitos humanos. “Era um personagem que não se intimidava, enfrentando até os generais e os quartéis. É motivo de orgulho, para nós da Comissão, render essa homenagem; uma iniciativa que enaltece a Assembleia Legislativa, como Casa do Povo, povo esse que ele defendia”, declarou Cabral.
O jornalista Pedro Oliveira, presidente do Instituto Cidadão, participou da sessão solene. Dom Hélder é o patrono da instituição, bem como da Medalha de Mérito, entregue a personalidades e instituições que contribuíram com os princípios de cidadania, da legalidade e do meio ambiente. “Dom Hélder foi escolhido para ser o nosso patrono por expressar todo esse conceito de cidadania”, explicou.
Participaram da sessão os deputados Rui Palmeira (PSDB), Jeferson Morais (DEM), Álvaro Guimarães (PSB), as vereadoras por Maceió Fátima Santiago (PP) e Tereza Nelma (PSB), o representante da Pastoral da Sobriedade, Hildon Fidélis, o Castelo, e pessoas ligadas a movimentos religiosos.
Fonte: Site da ALE 30/11/2009
Foto: ALE

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Niedja Kaspary vai decidir se pede cassação de deputados "infiéis"

A procuradora Regional Eleitoral, Niedja Kaspary, vai decidir se impetra ou não uma Ação de de Cassação de Mandado dos deputados estaduais que mudaram de legenda, desde a semana passada. Ela está analisando a Representação encaminhada pelo Comitê Estadual 9840, conhecido nacionalmente como Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. A coordenação local do colegiado é formada por Antônio Fernando da Silva, o procurador de Justiça Sérgio Jucá, o advogado - e conselheiro da OAB - Paulo Breda, entre outros.

A Representação do MCCE é baseada na decisão do Tribunal Superior Eleitoral sobre a fidelidade partidária. Parlamentares, em todo o país, já tiveram seus mandantos cassados por conta da migração para outras legendas. Há brechas na decisão: quando o partido "autoriza" a saída do parlamentar; ou quando há divergência entre o programa partidário e uma posição adotada pela sua direção.

Alguns dos parlamentares estaduais que mudaram de partido não tiveram a "autorização" (negociada, em verdade) do diretório estadual. Estão entre eles os deputados Arthur Lira, Gilvan Barros e João Beltrão - todos ex-PMN. Eles saíram em franco embate com o Francisco Tenório, presidente do PMN em Alagoas.

Fonte: Blog do Ricardo Mota

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Recursos fazem processo encalhar e retardam julgamento dos taturanas

Não houve ainda julgamento dos deputados (e demais envolvidos) indiciados na Operação Taturana porque há embargos que precisam ser julgados no Tribunal de Justiça. A revelação é do juiz Gustavo Lima em entrevista a repórter Luciana Martins. Ele diz que está pronto para dar a primeira sentença, mas depende do Tribunal, junto ao qual os advogados dos deputados invocam suspeição e, assim, retardam o andamento do caso através da burocracia processual. Autor da liminar que resultou no afastamento de 10 parlamentares, Gustavo Lima detalha aqui como está o Caso Taturanas e avalia outros temas relevantes, como, por exemplo, a participação dos "fichas sujas" nas eleições.

Em que estágio se encontra o processo da Operação Taturana?
Primeiro é importante saber quantos processos estão envolvidos na Operação Taturana. Hoje nós temos uma ação cautelar e em torno de cinco ações civis públicas, fora alguns processos de terceiros que tiveram seus bens indisponíveis por força de decisão judicial. Os principais processos da ação Taturana, que são os três primeiros, que envolvem o maior número de réus, esses, atualmente, continuam parados. Desde fevereiro, eles estão suspensos por forças de exceções processuais de suspensão promovidas por alguns dos envolvidos. As decisões sobre essas exceções ainda não foram definitivamente resolvidas no Tribunal em função da burocracia processual. Elas ainda continuam em curso, portanto, implicando na suspensão do processo. Até que o Tribunal possa dar uma decisão definitiva a respeito das exceções, os processos mais importantes da Operação Taturana, que são os três primeiros, continuam suspensos. Significa que eu não posso praticar nenhum ato processual, não posso dar nenhuma sentença, não posso dar nenhuma decisão, salvo quando o Tribunal der o sinal verde, dizendo, 'o que tem aqui foi julgado e agora você pode continuar com o curso natural do processo'.

Todos os denunciados já foram citados?
Esse dado eu não tenho como precisar, porque como são seis processos em curso, essas citações foram determinadas e a gente não tem o controle diário das que foram efetivadas e das que deixaram de ser. O que eu posso garantir é que no processo, cuja decisão está sendo mais aguardada, que é o processo da ação cautelar, que foi aquele que determinou o afastamento dos deputados, nesse, todas as citações já foram realizadas. O processo está aguardando a liberação por parte do Tribunal para que eu possa encaminhá-lo para manifestação final do Ministério Público (MP) e do Estado. Com isso, o processo estaria apto para o julgamento final. Neste, todas as citações já foram emitidas e realizadas concretamente. Nos demais processos elas foram emitidas, mas eu não tenho como definir um valor certo de quantas foram feitas ou quantas estão para fazer. Esse controle é feito pelo cartório.

Já se pode falar em prazo para o julgamento?
Não, porque isso não depende exclusivamente da minha pessoa. Com essas exceções, eu não tenho o menor controle de tempo em relação aos processos.

A desembargadora Elisabeth Carvalho (presidente do Tribunal de Justiça) chegou a prever que os taturanas seriam julgados em agosto último. O que aconteceu?
Aconteceu que as exceções não foram julgadas no tempo previsto, em razão, dos mecanismos legais, utilizados pelos advogados dos deputados que, dentro da legalidade, procuram ingressar com todos os meios de recursos e possibilidades jurídicas para, evidentemente, postular alguma medida junto ao Tribunal. E o Tribunal precisa dizer se aquilo que foi postulado está na legalidade ou não. Enquanto isso (o julgamento dos embargos) não acabar de forma definitiva, não se pode fazer uma previsão nem otimista, nem pessimista sobre o tempo de julgamento. Não tem como dar prazo para definir julgamento a respeito desse caso ou de incidentes relacionados a ele, porque existem mecanismos processuais que serão usados pelos interessados dentro do que o sistema permite. E toda vez que um mecanismo deste for utilizado vai ter que haver um julgamento a respeito disso, para só então, se abrir a porta para o julgamento em caráter definitivo.

Em se tratando de improbidade, serão julgados todos os réus, ou ficarão de fora as pessoas com prerrogativa de foro?
Não. No processo de improbidade, o julgamento se dá com relação a todos os réus. Então o juiz vai decidir, não só com relação aos funcionários e ex-funcionários, mas também em relação aos deputados que estão relacionados nas ações de improbidade que estão em curso na justiça. O importante é que não existe, como no processo penal, uma garantia de que os deputados não serão julgados na ação de improbidade. Eles podem ser julgados e podem ter os seus direitos políticos cassados por um determinado tempo. Não é cassação do mandato que ele está exercendo hoje, é uma decisão que cassa os direitos políticos e com isso impede-os de concorrer a pleitos futuros depois que a sentença transitar em julgado. Todos podem ser julgados, os que forem parlamentares terão seus direitos políticos cassados e podem ser obrigados a ressarcir o Erário, com algum desvio que venha ser futuramente reconhecido, assim como funcionários e ex-funcionários e também os ex-deputados que de certa forma estejam envolvidos nesse caso. Quem praticou ato de improbidade vai ter aplicadas as sanções previstas na lei de improbidade; quem não praticou vai ser reconhecido que não praticou ato de improbidade e estará livre para seguir a sua vida normalmente.

O senhor está dedicando tempo integral ao processo em lide ou acumula outras atribuições?
Eu não estou designado exclusivamente para funcionar nesse processo com dedicação exclusiva, até porque isso, hoje, na nossa conjuntura é impossível. O Poder Judiciário não se pode dar o luxo de pegar um único juiz e ficar cuidando somente de um caso, porque a justiça não tem juízes em quantidade suficiente para deixar um juiz exclusivamente dedicado a isso. Enquanto o processo não estava suspenso, a dedicação era bastante intensa porque a gente precisa dar uma resposta às solicitações que eram formuladas não só pelo MP, como pelos próprios envolvidos e seus advogados no curso das ações. Como existe a suspeição, evidentemente que essa dedicação teve sua intensidade diminuída, mas eu estou sempre preocupado com o processo que corre, indo ao Tribunal para saber se houve ou não liberação para que eu possa continuar a tomar conta dos autos para fazer com que ele ande, procurando saber se os atos que eu havia determinado antes da suspeição foram cumpridos pelo cartório. Então eu estou sempre acompanhando o processo.

Como avalia o fato de o Poder Legislativo alagoano estar descumprindo uma ordem judicial?
Em tese, me parece que decisão judicial não se descumpre. Dentro de um regime de direito, de estado democrático de direito, de legalidade, decisão judicial ou você acata, portanto cumpre, ou se você não se conforma com ela e recorre para os órgãos competentes previstos dentro do sistema judiciário, dentro do ordenamento nacional, dentro da legalidade constitucional. Se você tem alguém que descumpra uma decisão judicial, tem que verificar se o descumprimento se deu dentro das possibilidades previstas pelo regime democrático ou não. Se foi dentro das possibilidades, não há o que se falar em nenhuma ilegalidade. Se não foi dentro da legalidade constitucionalmente prevista, isso representa uma séria afronta ao estado democrático de direito, ao principio da legalidade, ao estado constitucional.

O Ministério Público Estadual denunciou mais alguém relacionado com a Operação Taturana?
Não é necessariamente uma denúncia, porque a denúncia é uma expressão jurídica utilizada para uma peça do MP que visa imputar a alguém uma conduta criminosa. Os crimes que eventualmente tenham sido praticados pelos envolvidos na Operação Taturana não estão e não estarão sob a minha presidência porque isso está na esfera federal. Então essa parte de denúncia pela prática de crime, isso não vai ser objeto de apreciação nas ações civis públicas. As ações civis públicas vão decidir eventuais cassações de direitos políticos e ressarcimento do Erário, nada mais do que isso. As criminais serão apuradas nas instâncias competentes. Com relação às ações de natureza civil, o MP promoveu aquelas três primeiras e depois ingressou com algumas outras ações trazendo alguns novos envolvidos, mas em questões pontuais que decorreram da Operação Taturana e das investigações feitas pela Policia Federal.

A lei precisa mudar, para impedir que a imunidade parlamentar acoberte, por exemplo, políticos envolvidos com homicídios?
Isso é uma coisa muito delicada para se tratar do ponto de vista jurídico, porque, quando a Constituição cria uma imunidade, ela não cria para o Zé Maria, para o Pedro, para o Sebastião, ela cria uma imunidade para o cargo que se entende importante e que deva ser protegido de uma forma especial, porque protegendo o cargo você está protegendo a própria população. Mas o histórico nacional tem mostrado que a imunidade tem trazido mais prejuízo que benefício, porque ela está sendo utilizada não para os fins a que se destinou, que é a imunidade para que o deputado possa dizer o que lhe interessa mesmo que vá de encontro a um mais poderoso, mesmo que vá de encontro a uma posição de um governador ou presidente que esteja contra os interesses sociais. Então a imunidade é para que eu possa opinar, possa me manifestar, possa me expressar de forma a garantir os direitos dos cidadãos, de forma que eu possa garantir o exercício pleno daquela representação que a população me deu.

Mas, há muitos abusos...
O desvirtuamento do uso da garantia, do uso da imunidade, o abuso desse uso constatado nacionalmente, com prática de crimes por aqueles que são garantidos pela imunidade, prejudica de forma bastante grave a própria população e terminam servindo como um escudo para as pessoas que desviam a sua conduta por força da imunidade. É necessário se repensar a imunidade, de forma ponderada para que não se crie uma situação que deixe descobertos aqueles que têm interesse real em servir a população. Essa discussão tem que ser racional, ponderada, calma para não prejudicar a população. Eu não sou contra a imunidade, mas acho que ela precisa ser repensada para se adequar aos parâmetros que visem resguardar a coletividade em geral.

A seu ver, por que os crimes de mando se enraizaram tanto em Alagoas, tendo quase sempre a participação de políticos?
A política não implica (necessariamente, para exercê-la) da prática desse tipo de crime ou de qualquer outro crime. Isso de repente é um processo cultural, em decorrência da forma historicamente longa de você ter associado à política no Nordeste com os coronéis. Isso é um problema histórico, principalmente no Norte e Nordeste onde o exercício de cargos políticos é feito pelos chamados grandes coronéis. Talvez, alguns ainda não se desprenderam dessa concepção de política e acham que fazer política, é você exercer de certa forma um poder de mando, de posição de temor, de reverência ao político etc. Acho que a questão histórica, cultural, arraigada no nosso povo, principalmente no Norte e Nordeste, é que ainda não conseguiram mudar essa forma de fazer política.

Existe também a questão social...
Coincidentemente, você tem mais situações dessa natureza onde se tem o índice maior de desinformados, deseducados, miseráveis, índices sociais piores. Ou seja, o problema de eleger político que pratica crimes de mando, que são coronéis, filho de coronéis, ou novos coronéis, etc, está sempre relacionado a índices sociais de péssima configuração, pouca educação, muito analfabetismo, fome, falta de instrução e de cidadania, ou seja, todos os requisitos que formam uma massa, um grande pirão, que gera uma forma de fazer política diferente dos lugares onde se apresentam índices de maior cidadania, educação e outros. É preciso reinvestir em educação, criar disciplina de cidadania, melhorar os índices sociais para que as pessoas possam melhorar a sua consciência política e evidentemente mudar a forma de eleger políticos.

A participação, no processo eleitoral, de políticos condenados pela Justiça, deve ser proibida? Como isso seria possível?
É muito temerário, e aí, concordo com os defensores dessa tese que eu vou mencionar agora: proibir que alguém se candidate a um determinado cargo político, quando a pessoa tem simplesmente um processo em curso na justiça (principalmente porque a gente tem no ordenamento jurídico um princípio básico de que ninguém pode ser considerado culpado antes do transito em julgado de uma sentença condenatória) não parece justo. Acho que a posição mais sensata e mais equilibrada seria entender que estariam impedidos de se candidatar aqueles políticos que tivessem pelo menos uma condenação em primeiro grau.
Fonte: Primeira Edição
por Luciana Martins

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Terceiro Congresso da Força Sindical do Estado de Alagoas


O Missionario Castelo recebeu no ultimo dia 19 de setembro um certificado de socio benemerito da Foça Sindical do Estado de Alagoas.
O Congresso teve como tema: "Toda foça pelo Trabalho Decente"

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

TJ aprova pedido de intervenção federal na Assembleia Legislativa

Medida visa prover decisão judicial de afasta-mento de parlamentar descumprida pelo Legis-lativo


O Pleno do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) aprovou, na sessão administrativa desta terça-feira (15), à unanimidade de votos, pedido de intervenção federal na Assembleia Legislativa Estadual (ALE), visando o cumprimento de decisão judicial que determinara o afastamento de parlamentar acusado de crimes de mando.
O pedido será encaminhado, por meio de expediente, ao Supremo Tribunal Federal (STF), que detém poderes para requisitar a intervenção federal à Presidência da República. A medida foi tomada porque a ALE descumpriu decisão do desembargador Orlando Monteiro Cavalcanti Manso, que havia ordenado o afastamento do deputado estadual Cícero Ferro.
A presidente do TJ/AL, desembargadora Elisabeth Carvalho Nascimento, relatora do pedido formulado pelo desembargador Orlando Manso, entendeu que o decreto aprovado pela Assembleia, com base no qual se absteve de dar cumprimento à decisão é ato que não tem existência no mundo jurídico, denominando-o de “simulacro de decreto”. Fundamentou seu voto nos artigos 34, inciso VI, e 36, inciso II da Constituição Federal, e no art. 87, inciso XXI, do Regimento Interno do Tribunal de Justiça.
Segundo a desembargadora Elisabeth Carvalho, a intervenção é medida indispensável para garantia do livre exercício do Poder Judiciário e para que se dê provimento às decisões que dele emanam. “Ao se negar agressivamente o cumprimento de uma decisão judicial investe-se contra a dignidade do Poder Judiciário”, afirmou ao proferir seu voto.
O caráter histórico da decisão, tomada às vésperas do aniversário de emancipação política de Alagoas; bem como a necessidade de preservação das bases do Estado Democrático de Direito, calcado na harmonia e independência dos Poderes, foram pontos destacados nos votos dos desembargadores, que elogiaram a postura adotada pela desembargadora Elisabeth Carvalho e pelo desembargador Orlando Manso.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Na Esperança

Os deputados indiciados pela Polícia Federal na Operação Taturana, que voltaram recentemente à Assembleia Legislativa, podem ser afastados novamente. É no que acredita o procurador-geral de Justiça, Eduardo Tavares. Ele aguarda o julgamento de agravo regimental que moveu para pedir ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, que reveja a posição de reconduzir os parlamentares estaduais de volta a Casa Tavares Bastos.
Fonte: O Jornal Contexto 13/08/2009
http://www.ojornal-al.com.br

Simplicidade

O suplente de deputado Hildon Fidélis, o “Castelo”, esteve na sessão pública que debateu a Conferência Nacional da Comunicação. Ele sentou entre os integrantes dos movimentos sociais e não fez questão de usar as prerrogativas de quem já teve mandato na Casa.

Fonte: O Jornal 18/08/2009 Coluna Contexto
http://www.ojornal-al.com.br



Conferência Nacional de Comunicação

Democratização e qualidade da comunicação são debatidos na Assembleia

A Conferência Nacional de Comunicação foi o tema da sessão especial realizada pela Assembleia Legislativa nesta segunda-feira, 17. O debate foi proposto pelo deputado Judson Cabral (PT) por solicitação da Comissão Pró-Conferência Alagoas. O objetivo é o de fortalecer o processo de discussão desse importante instrumento para a democratização da comunicação no país.

Questões como a democratização e a qualidade da comunicação, além do controle social dos meios de comunicação e a valorização dos profissionais da área foram amplamente discutidas pelos diversos representantes do setor. A Conferência Nacional de Comunicação foi convocada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no início do ano e deve ser realizada nos próximos dias 1º, 2 e 3 de dezembro e a Estadual, convocada pelo governador Teotonio Vilela Filho, se realizará nos dias 16, 17 e 18 de outubro.

“Essa sessão pública se reveste de uma importância muito grande, considerando que em dezembro teremos a primeira Conferencia Nacional de Comunicação. E é natural que os profissionais da área a tenham reivindicado. A Assembleia atendeu por entender que, embutido nessa temática, está a democratização da comunicação, a qualidade da comunicação pública, o controle social dos meios de comunicação e a valorização dos profissionais – inclusive a questão do diploma”, declarou Judson Cabral.

A presidente do Sindicato dos Jornalistas de Alagoas, Valdice Gomes, destacou a importância da parceria do Poder Legislativo nas discussões que envolvem o tema e informou que, desde março, a Comissão Estadual Pró-Conferência vem se reunindo com a participação não só do sindicato da área, mas de vários segmentos da sociedade civil organizada, entre eles a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Conselho de Psicologia. “Já fizemos articulação com o governo do Estado para que faça a convocação e isso já foi feito. Nós estamos ampliando esse debate, inclusive realizando debates no interior do Estado”, contou a sindicalista. “É importante que o Legislativo comece a se envolver também com a Conferência. Nós queremos que ela seja ampla, democrática, com a participação do governo, da sociedade e dos empresários”, completou.

Já o presidente do Conselho Estadual de Comunicação, Marcos Guimarães, lamentou a ausência de empresários do setor e também de representantes do governo do Estado. Segundo Guimarães, a conferência é uma iniciativa que vem sendo alcançada através da luta dos profissionais. Para comprovar sua fala, ele citou os nomes de jornalistas, a exemplo de Freitas Neto e Dênis Agra, que na década de 80 já discutiam a importância da realização da Conferência de Comunicação. “Principalmente o Freitas, que depois da Constituinte de 1988 levantava a questão. Isso já vai quase 20 anos, outras categorias já realizaram as suas conferências e nós, que trabalhamos na área de comunicação, ficamos na vontade de ver o projeto concretizado”, disse, criticando em seguida a classe empresarial, a quem acusou de ter sepultado o Conselho de Jornalismo, o diploma de jornalismo e a comunicação de um modo geral.

Além do presidente da Assembleia, deputado Fernando Toledo (PSDB), e do deputado Paulo Fernando dos Santos, o Paulão (PT), o deputado federal Antonio Carlos Chamariz (PTB/AL), vereador Silvio Camelo (PV) e o Sr. Hildon Fidelis (o Castelo) prestigiaram a sessão. O sindicalista José Cícero da CUT, a representante do Conselho Estadual de Psicologia, Denise Moreira, a coordenadora regional da Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação, Francimary Ribeiro e o presidente da Associação das TVs Comunitárias, Lutero Rodrigues, também participaram dos debates.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Rumo a 2010

Castelo de novo quem quer é o Povo.

Com esse Slogan o Missionário Castelo, começou sua caminhada rumo as eleições para Deputado Estadual em 2010, embalado pela fé, e a vontade de ajudar a quem precisa, Castelo se reuniu com lideranças políticas no dia 10 de agosto, para um primeiro contato de lideres, estiveram presentes o Deputado Federal Chamariz, e o Suplente Manoel Santana. "Meu Foco sempre vai ser as pessoas que precisam, os dependentes químicos e os Alcoólatras, vou levantar essa bandeira na minha campanha de 2010."

domingo, 9 de agosto de 2009

Mensagem do Dia dos Pais

Como está a sua saúde?

Fui ao hospital do Senhor fazer um "check-up" de rotina e descobri que estava doente. Quando Jesus mediu minha pressão, verificou que estava baixa de ternura. Ao ver a temperatura, o termômetro registrou 40º graus de egoísmo. Fiz um eletrocardiograma e mostrou que necessitava de uma ponte de amor, pois minha artéria estava bloqueada e não estava abastecendo meu coração vazio. Passei pela ortopedia, pois estava com dificuldade de andar lado a lado com meu irmão e não conseguia abraçá-lo por ter fraturado o braço ao tropeçar na minha vaidade. Constatou-se miopia, pois não conseguia enxergar além das aparências. Queixei-me de não poder ouvi-lo e diagnosticou bloqueio em decorrência das palavras vazias do dia-a-dia. Obrigado Senhor por não ter me cobrado a consulta. Prometo ao sair daqui, somente usar remédios naturais que me indicou e que estão no evangelho. Vou tomar diariamente ao me levantar, chá de agradecimento; ao chegar no trabalho, beber uma colher de sopa de bom dia; e de hora em hora, um comprimido de paciência com um copo de humildade. Ao chegar em casa, Senhor, vou tomar diariamente uma injeção de amor, e ao me deitar, duas cápsulas de consciência tranquila. Agindo assim, tenho certeza de que não ficarei mais doente e todos os dias serão de confraternização e solidariedade. Prometo prolongar este tratamento preventivo por toda a minha vida, para que quando eu for chamado, possa ser achado digno de ser Seu filho. Obrigado Senhor, e perdoe-me. De seu cliente. Se todos nós agíssemos assim, muitas doenças poderiam ser evitadas, já que a maioria delas é de fundo emocional. Um coração rancoroso, cheio de mágoa pode enfartar. O nervoso e a angústia, podem causar desde uma simples gastrite até um câncer. Tudo que sentimos de ruim em nossas vidas, abaixa a imunidade do organismo. Um pouco de Jesus e de seus remédios, faz muito bem!!!
Um abraço a todos os Pais pelo seu dia.
Hildon Fidelis (O Castelo)
Missionário de Jesus

sábado, 8 de agosto de 2009

Ajustes no TJ vão custar caro

Em entrevista coletiva concedida na manhã de ontem, a presidente do Tribunalde Justiça de Alagoas, desembargadora Elisabeth Carvalho, prestouesclarecimentos sobre o relatório da inspeção preventiva realizada peloConselho Nacional de Justiça no Judiciário alagoano, em maio deste ano,aprovado na última terça-feira. A desembargadora admitiu que o TJ não poderácumprir com todas as recomendações, por não ter recursos para atend ê-las, edisse que fará, "na medida do possível", esforços para cumprir asorientações.
A maioria delas visa a reestruturação técnica e de pessoal e o combate àmorosidade no andamento de processos. "Faltam servidores tanto na sede doJudiciário como nas comarcas do interior, o que leva a um acúmulo deprocessos. Esta problemática que impede que a Justiça se realize com maiorrapidez. Embora existam alguns equívocos, vamos fazer remanejamentos deservidores, atendendo as orientações no que for possível", disse amagistrada.
Para Elisabeth, é "equivocada" a recomendação do CNJ de combatera morosidade por meio a designação de assessores para cada um dos juízes quecompõem o quadro de magistrados do TJ. "Nosso principal problema são ascondições de nosso orçamento, mas só podemos fazer as coisas com os recursosdisponíveis. Temos que respeitar o limite do duodécimo", informou,destacando que não acredita que o governo do Estado tenha condições demelhorar o repasse para o Judiciário.
'Falta de pessoal é um problema dos mais graves'
A desembargadora Elisabeth Carvalho reconheceu a necessidade da realizaçãode concurso público para servidores do Tribunal de Justiça de Alagoas. "Afalta de recursos humanos é um dos problemas mais graves constatados naJustiça de 1º grau de Alagoas, o que faz com que, em alguns casos, a presta-ção do serviço forense fique dependente das comarcas", diz o relatóriodo CNJ. A desembargadora anunciou que, além do remanejamento de servidoresentre algumas comarcas do interior, será preciso diminuir o número defuncionários terceirizados, comissionados e assessorias de gabinete, que devemchegar ao limite máximo de oito pessoas.
"São questões de economia", disse Elisabeth Carvalho.Segundo o relatório do CNJ, somente no gabinete do desembargador WashingtonLuiz, existem 34 assessores lotados. Para a desembargadora, "o relatóriodo CNJ veio para nos dar um norte". "As deficiências apontadas foramverificadas desde o início da nossa gestão, e agora teremos uma orientaçãopara que os erros sejam corrigidos", disse Elisabeth Carvalho.
Para o corregedor do TJ, desembargador José Carlos Malta Marques, ainspeção do CNJ constatou a necessidade de um "destravamento"administrativo do órgão. "Se fizermos um comparativo com outrasinspeções, verificamos que há um diferencial em Alagoas, uma atenção paraos detalhes. Há apontados pontos positivos e negativos, e um caráterpedagógico", avaliou o magistrado.

PONTOS POSITIVOS
A presidente e o corregedor do Tribunal de Justiça de Alagoas destacaramalguns pontos citados pelo Conselho Nacional de Justiça como medidas"elogiosas" implantadas no Judiciário alagoano. O CNJ elogiou acriação da Escola da Magistratura Alagoana, Esmal; a atuação da 17ª VaraCriminal da Capital, que trata do combate ao crime organizado, e a atuação daescrivania da 1ª Vara Cível da Capital. "São pontos que merecemaplausos, que fortalecem a instituição. Nossa expectativa era de que essefosse um relatório 'tranca-rua', mas tivemos reconhecidos algunsaspectos", observou o corregedor do TJ/AL.
Desembargadora aguarda 'providências' contra Ferro
Durante a entrevista coletiva concedida ontem, a presidente do Tribunal deJustiça de Alagoas (TJ/AL), desembargadora Elisabeth Carvalho, falou sobre aaudiência que teve com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministroGilmar Mendes. De acordo com Elisabeth, que entrou com representação contra odeputado Cícero Ferro (PMN) pelos ataques do parlamentar à Justiça alagoana,Mendes demonstrou preocupação e anunciou que virá a Alagoas prestar apoio aoJudiciário. .Levei ao conhecimento do ministro toda a situação enfrentadapelo Judiciário alagoano, e ele ficou indignado com as cal únias, injúrias edifamações feitas pelo deputado Cícero Ferro contra membros do Judiciário.
Espero que ele tome as provid ências necessárias contra essas declaraçõesirresponsáveis", informou a desembargadora. Segundo a presidente do TJ,Mendes destacou a preocupa- ção com a demora do Minist ério Público Federalem relação aos processos que envolvem o conselheiro do Tribunal de Contas doEstado, Cícero Amélio, e o deputado federal Francisco Tenório (PMN)."Quando criticou a morosidade do Ministério Público, o ministro GilmarMendes destacou preocupação em relação à demora do Ministério PúblicoFederal, e não o Estadual. Inclusive o MPE tem cobrado agilidade nessasações", observou.
A presidente do TJ/AL destacou ainda a preocupação do presidente do STF comos processos relacionados a crimes que envolvem deputados estaduais indiciadosna Operação Taturana por improbidade administrativa. "Além dos atos deimprobidade, muitas dessas pessoas estão envolvidas em ilí- citos penais, queseguem um outro trâmite. Há uma cobrança para que seja dinamizada a tramitação desses processos que tratam de crimes de mando", explicou,referindo-se a necessidade da oferta de denúncias pelo MPF.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Eduardo Tavares vai pedir afastamento de três deputados denunciados por "crime de mando"

O procurador geral de Justiça, Eduardo Tavares Mendes, disse ao blog que vai ao Tribunal de Justiça pedir o afastamento de três deputados denunciados por homicídio pelo Ministério Público Estadual. São eles: Antônio Albuquerque, Cícero Ferro e João Beltrão. "Vou me reunir nesta terça-feira com os integrantes do Gecoc para solicitar formamelmente o afastamendo desses parlamentares dos respectivos mandatos. Há coberturta legal sustentanto a medida, e nós esperamos que os desembargadores atendam ao nosso pedido".

A iniciativa, na verdade, é uma resposta ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Gilmar Mendes, que não admite o afastamento do mandato de parlamentares denunciados por Imbrobidade. "Queremos ver se com 'crime de mando' o entendimento dele é o mesmo", desafiou o procurador. Ele disse que o ministro se equivocou ao afirmar que o Ministério Público Estadual não havia apresentado denúncia contra os deputados acusados de assassinato: "Denunciamos, sim, tanto que agora vamos pedir de novo que eles sejam afastados."

Fonte: Blog Ricardo Mota às 10:00

domingo, 19 de julho de 2009

Castelo garante que fica na vida pública

Após a volta dos deputados estaduais afastados, suplente ainda acredita que vai voltar à Assembleia Legislativa.

Desde o início da última semana, com a volta à Assembleia Legislativa dos deputados afastados e indiciados pela Polícia Federal na Operação Taturana, o empresário Hildon Fidélis deveria voltar à rotina que tinha até meados do ano passado: passar a maior parte do tempo em sua banca de revistas, que fica na avenida Amélia Rosa, Jatiúca, e se dedicar a projetos na área social, como voluntário. Certo? Errado. Castelo, como é mais conhecido, que vinha ocupando uma das cadeiras de deputado estadual pelo PTB desde outubro do ano passado, garantiu que não vai abandonar a vida pública e os protestos contra a corrupção.“Praticamente, não posso voltar a me dedicar inteiramente à banca atualmente porque ainda estou participando dos movimentos”, disse Castelo, que falou com O JORNAL no início da tarde da última sexta-feira, em sua banca, sobre o tempo em que ficou na Assembleia Legislativa como deputado. Horas antes da entrevista, ele foi o único dos deputados suplentes a participar das manifestações para marcar a passagem do dia 17 de julho de 1997, quando aconteceu o protesto em frente à Assembleia Legislativa para pedir o impeachment do então governador Divaldo Suruagy.


Na manifestação, houve protestos também contra a volta dos deputados afastados. Castelo explica que já participa de atividades contra a corrupção a algum tempo: é integrante do Comitê 9840, coordenado em Alagoas pelo polêmico lider comunitário Antonio Fernando da Silva, o Fernando CPI, que foi seu chefe de gabinete na Assembleia Legislativa.


"Na Assembleia Legislativa, eu deixo claro que não sou favorável à corrupção, que não me junto a esse tipo de gente, pessoas que compram votos e ludibriam os eleitores, conseguem uma quantidade enorme de votos. Eu não tive essa quantidade enorme de votos, mas foram votos conscientes, da comunidade, dos amigos e dos meus eleitores. E eles dizem que realmente continuam me apoiando, me parabenizando e sendo solidários", garantiu.
O empresário de 65 anos, com segundo grau completo, casado, pai de três filhos e avô de uma neta assumiu, em outubro de 2008, o mandato de deputado com o afastamento dos titulares, a pedido do Ministério Público Estadual. Com as vagas abertas, a Justiça decidiu favoravelmente a pedidos de suplentes para assumir. Entre eles, estava Castelo.


Seguindo exemplo de Padre Cicero
Nas eleições de 2006, a primeira que disputou em sua vida, o empresário foi candidato a deputado estadual pelo PTB, mas ficou na suplência da coligação que contou, ainda, com PMN, PFL (hoje DEM), PV e PP. Só teve 340 votos, o que em condições normais, resultaria em grande dificuldade para assumir o cargo. Mas a decisão da Justiça de afastar nove deputados estaduais eleitos pela coligação, somado ao indiciamento pela PF de outros suplentes bem votados, facilitou o processo.

“Para mim foi uma surpresa muito grande chegar à Assembleia com essa quantidade de votos. Considero até uma graça de Deus”, afirma. Castelo conta que a vida de Padre Cícero, de quem é devoto, o inspirou para entrar na vida política. “Meu padrinho Cíço atendia ao povo no Ceará mas não tinha condição de atender a tudo aquilo que era pedido. Então ele chegou ao ponto de se candidatar a prefeito do Crato e foi eleito. Com isso teve maiores condições de ajudar o povo”, assegura.
Natural de Mari, no agreste da Paraíba, Castelo chegou a Maceió na década de 60, na adolescência, quando estudou no Colégio Estadual. Em 1973, foi um dos fundadores do conjunto habitacional Castelo Branco, na Jatiúca, onde mora até hoje.
“Quando Cheguei, ninguém queria morar aqui”, revela. Também é no conjunto onde fica sua banca de revista, que abril em 1982.
“Aqui na banca, que foi aberta há 26 anos, as pessoas chegam aqui pra compram jornal, revista. As pessoas batem um papo. Atendo o povo aqui. Quando eu abro a banca de manhã, já vão chegando as pessoas. Aqui é uma central de atendimento ao público.
Quem quiser pode aparecer.

Crença no retorno ao mandato na ALE

Questionado se ainda tem esperanças de retomar o mandato, ele responde: “Acredito que vou voltar. Isso é questão de poucos dias. Eles vão ser afastados como foram em 2007. Vamos esperar que esse quadro seja revertido e nós possamos trabalhar novamente, dando sequencia ao que vínhamos fazendo como deputado estadual”, disse.

Sobre a volta dos deputados afastados, Castelo declarou: “Lamentavelmente aconteceu isso: a volta desses deputados taturanas, que promoveram um grande desastre enquanto estiveram na Assembleia. A volta deles é uma grande perda para a sociedade, principalmente para o trabalhador da educação, da segurança”.

“Com o montante de dinheiro que eles desciaram anteriormente dava para construir muitas casas e resolver os problemas da educação pública, da saúde, da segurança, onde há um verdadeiro caos”, acrescentou o empresario. Mas ele revela que tem recebido apoio maciço para seu retorno. “Por onde eu passo, o povo é solidário a mim e fala que isso não deveria acontecer. A população é contra a volta deles”, disse, emendando: “A taturana é uma lagarta muito forte, que pode destruir muito mais folhas”.

Além de acreditar no retorno à Assembleia Legislativa, Castelo adianta: pretende ser candidato a deputado estadual em 2010. “Já estou em campanha. “Castelo de novo, quem quer é o povo”, adianta o slogan. “O pessoal pediu que eu continue”, revelou o empresário. (J.A.)

As sessões de ônibus e táxi-lotação

Algumas das atitudes de Castelo, logo quando assumiu como deputado estadual, chamaram a atenção. Era comum, por exemplo, ver castelo ir para a sessão de ônibus ou táxi-lotação, diferente do que acontece com a grande maioria dos deputados estaduais. Depois de algum tempo, Castelo passou a locar um carro para ir às sessões.

Ele explicou que a despesa podia ser paga com a verba de gabinete. O empresário conta que, depois que teve de se afastar, devolveu o veículo. Ele descarta a possibilidade de comprar carros de luxo, como os que são usados por alguns dos parlamentares estaduais. Mas não os criticou por isso. “É uma exigência da própria Assembleia: os deputados têm que ter um pouco mais de conforto para exercer a função”, disse.

PAZ – Também diferente do muitos parlamentares estaduais, Castelo conta que nunca precisou contratar seguranças particulares ou portar armas de fogo. “Ando para todo canto. Nunca precisei andar com seguranças do lado, nem portando armas. O deputado tem que ser assim: uma pessoa da paz. Agora que tem inimigo precisa andar com arma, segurança”, disse, descartando que já tenha recebido qualquer tipo de ameaça. “Sou um homem de paz”, garantiu o empresário. (J.A.)

Experiência no Poder Legislativo
Na entrevista a O Jornal, Castelo também falou sobre a experiência que teve na Assembleia Legislativa. Ele lembrou que cinco projetos de lei de sua autoria foram aprovados pela Assembleia e sancionados pelo governador Teotonio Vilela Filho (PSDB).Sobre a relação com os deputados titulares, que não foram indiciados pela PF na Operação Taturana, o empresário garante que sempre teve um bom relacionamento.
“Os deputados são meus amigos. Não perdi essa amizade. Eles me consideravam como deputado, como pessoa e como cristão. Não tenho nenhuma mágoa deles. A não ser esses taturanas, que voltaram e que eu não conhecia. Mas todos eram meus amigos e foi uma grande experiência de vida que tive nesses dez meses na Assembleia”, afirmou,emendando: “Mas digo que passei dez meses não é porque a esperança de voltar acabou não”.
“Vou voltar. A sociedade alagoana pode ficar ciente que vamos voltar e dar prosseguimento ao nosso trabalho, à vida parlamentar. Porque realmente o povo alagoano precisa de deputados com vida transparente, que não estejam interessados em roubar o dinheiro público, que tenham responsabilidade e o pensamento de trabalhar para o povo”, garantiu.
PEDIDO – Ele também falou sobre o requerimento que os suplentes chegaram a apresentar para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa pedindo abertura de processo de cassação por quebra de decoro contra os deputados afastados e indiciados pela PF. Castelo explicou que o requerimento não foi para frente porque nenhum partido de peso quis assiná-lo, lembrando que o Fórum de Combate à Corrupção também fez um pedido semelhante.
“Apenas um partido assinou esse requerimento. Então o resultado foi esse aí. No Supremo [Tribunal Federal], o [Ministro-Presidente] Gilmar Mendes fez com quis”, disse, lembrando que, em outros estados, como o Espírito Santo, a Justiça estadual conseguiu manter deputados acusados de crime fora da Assembleia Legislativa. (J.A.)

Combate à dependência química
Apesar de ter se afastado da Assembleia Legislativa, Castelo não esqueceu do discurso que adotou em plenário como deputado. Ele aponta que 70% dos jovens alagoanos “estão mergulhados nas drogas”. “Isso é falta de projeto. Para se ter uma idéia, no ano passado voltaram R$ 500 mil para Ministério da Saúde porque uma Secretaria não enviou projeto para tratamento de dependentes químicos. Isso é uma falta de responsabilidade e mostra que eles não se preocupam com os anseios da população”, declarou.
A briga contra a dependência química é uma de suas bandeiras de luta. Em sua banca de revista, quem chega encontra um troféu na frente. Castelo explica que o item representa uma vitória pessoal para ele: “recebi esse troféu quando comemorei 27 anos que parei de beber. Me libertei em 82. Desde então virou minha missão. Acredito que vou conseguir lutar para tirar outras pessoas da dependência química”.
“Os deputados que voltaram não estão preocupados com isso, né? Estão preocupados em aumentar riqueza, comprar gado”, avalia o empresário. Por falar em seu trabalho social, ele narra, por exemplo, que toda quarta-feira, sobe a ladeira até o Sítio São Jorge para levar comida e roupas para serem doadas às pessoas carentes que moram no Lixão. “Isso tudo aqui é roupa e comida, para ser doada”, disse Castelo à nossa equipe, levantando duas sacolas plásticas pesadas, que estavam em um dos cantos da banca.
APOIO – Sobrinho do empresário, o major da Polícia Militar Luiz Fidelis conta que a família vem dando todo o apoio ao empresário desde sua entrada no mundo da vida pública. “De início, ficamos apreensivos. Mas procuramos dar todo o apoio a ele. Nos sentimos honrados pela atuação dele no parlamento”. Disse.
O major Luiz estava na banca de revista, no momento em que O JORNAL conversava com Castelo. “Acreditamos que pessoas que não votaram nele em 2006 porque não conheciam seu trabalho devem votar nele nas próximas eleições”, disse, revelando que os familiares e equipe de trabalho de Castelo sempre se empenharam para que o deputado continuasse exercendo seu mandato. (J.A.)

Fonte: O Jornal de 19 de julho de 2009

Reportagem: José àrabes

Foto: Marco Antônio

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Após decisão de Gilmar Mendes, ex-deputado Castelo volta a vender revistas na Jatiúca

A reportagem do CADAMINUTO conseguiu conversar com o ex-deputado suplente Hildon Fidélis da Silva, o “Castelo”, que foi afastado com a volta dos deputados acusados de terem desviado verba pública da Assembleia Legislativa. Castelo voltou a trabalhar na Banca de Revista, na Avenida Amélia Rosa, no bairro da Jatiúca, em Maceió.
O ex-deputado ainda tem esperanças em voltar ao parlamento. Enquanto isso acontece, ele vende suas revistas e bate-papo com amigos nas horas vagas, além de continuar ajudando dependentes químicos na capital. Tomou posse para deputado em 29 de outubro de 2008 e teve que deixar a ALE, após decisão do ministro Gilmar Mendes.

CADAMINUTO: O senhor continuou com o trabalho solidário que vinha sendo feito antes de deputado?

Castelo: Essa é uma missão eu tenho, desde o início há 27 anos que estou nesse trabalho de recuperação de dependentes químicos e o meu desejo seria justamente de um dia poder dá um espaço, como a fazenda Esperança que existe na cidade de Marechal Deodoro. Então essa era minha missão. Já mas vou abandonar o meu sonho.

CADAMINUTO: O que mudou de deputado para vendedor de revistas?

Castelo: Na minha vida não mudou nada, continua da mesma maneira, essa banca que eu tenho, já está com 26 anos de tradição. Esse é minha vida, uma vida simples. Passei 10 meses na Assembleia Legislativa com a mesma simplicidade, sempre querido por todos. Não existe discriminação como falaram na imprensa, não me senti discriminado, de maneira nem uma faço parte da sociedade.
Todos os dias me levando cedo, para atender os meus clientes, converso política, economia, segurança, violência. Então é um dia a dia que é gostoso para mim. Quem vive no projeto de Deus, jamais vai encontrar barreiras e obstáculo na vida.

CADAMINUTO: Agora vai ficar difícil tentar resolver problemas na sociedade, sendo um balconista?

Castelo: Não tenha dúvidas existem obstáculos. Como deputado tinha um espaço melhor, um caminho mais aberto. Por exemplo, semana passada registrei em cartório, uma associação Castelo da Esperança, justamente para tratamento para dependentes químicos. Vou pedir apoio aos deputados para que seja reconhecida como utilidade pública.

CADAMINUTO: Castelo ainda existe esperança do senhor retornar a ALE?

Castelo: Vamos deixar passar o tempo e ver o que vai dá. Existe um agravo regimental já foi colocado pelo procurador Eduardo Tavares. Mas nem tudo está perdido, e as esperanças não vão terminar por aqui, vamos aguardar os acontecimentos.
Nós suplentes já fomos afastados uma vez, não sei qual o motivo. Por incrível que pareça tudo acontece no recesso, mas na época entramos com o mandado de segurança e todos que foram afastados voltaram para suas funções. E vamos aguardar para que isso aconteça novamente.

CADAMINUTO: Qual sua opinião sobre a volta dos deputados taturanas?

Castelo: É muito ruim. Com a Operação Taturana da Polícia Federal foi descoberta um desvio de R$ 300 milhões de reais dos cofres públicos, na verdade um rombo na ALE. A função do deputado é legislar e fiscalizar o governo e colocar projetos como nós suplentes apresentamos. Então a função não é para desviar dinheiro, nem outras coisas mais desse tipo. Foi lamentável a situação, mas vamos esperar que isso seja revertido.

CADAMINUTO: Por que o nome de Castelo?

Castelo: Esse nome Castelo foi quando estudava em um colégio estadual no ano de 1964, onde a educação era de primeira qualidade. O nome pegou quando acontecia o hasteamento das bandeiras na escola e quando estava falando o professor falou: ‘Agora o Castelo vai falar’ e até hoje me chamam de Castelo e gosto de ser chamado dessa forma.

CADAMINUTO: O senhor quer desabafar alguma coisa para a sociedade?

Castelo: Quero agradecer, ao povo alagoano, espero que tenham paciência que o quadro vai ser revertido e assim que formos revertidos, nós vamos fazer o máximo para trabalhar para sociedade na Assembleia Legislativa.

Fonte: por Wadson Correia 16/7/2009 às 9:44:17 - Atualizada: 16/7/2009 - 9:46:54

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Segundo Aniversário do Jornal Tribuna Independente

O Deputado Hildon Fidelis, o Castelo, se fez presente na manhã desta quinta feira 09 de julho de 2009, na solenidade do 2.º Aniversário do Jornal Tribuna Independente, onde o mesmo parabenizou a todos que fazem a família Tribuna Independente.
Fonte: Assessoria do Deputado Castelo
Fotos: José Rosivaldo

terça-feira, 7 de julho de 2009

Agradecimentos...

Uso este espaço hoje, dia 07, para agradecer ao deputado Castelo (PTB), por ter citado o meu nome – de forma gratuita – ao exemplificar entre seus assessores um projeto de lei para regulamentar a contratação de jornalistas pelo serviço público estadual, fazendo com que seja obrigatório o diploma em concursos públicos oriundos do Governo do Estado de Alagoas.
Castelo argumenta a qualificação profissional e a formação acadêmica como balizadores para exercício da profissão, ressaltando a importância da educação superior, fazendo alusão a diversas profissões regulamentadas, como consta na justificativa de seu projeto de lei. O deputado estadual citou outros diversos jornalistas que buscam desenvolver seus trabalhos de forma séria e com honestidade intelectual.
Há ainda uma discussão forte quanto à constitucionalidade do projeto, diante da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), mas – de qualquer forma – é válida a iniciativa para que se fomente a discussão sobre a exigência do diploma para jornalista, explorando todos os ângulos da questão e não apenas os argumentos maniqueístas da luta do bem contra o mal.
Defendo a formação acadêmica, por acreditar ser o balizador mais adequado diante da evolução do jornalismo. Mas, prometo que ainda esta semana exponho meus argumentos aqui no blog, tornando pública uma discussão (no bom sentido) com o amigo Yuri Brandão, por quem nutro grande respeito apesar de discordar de suas posições.

Fonte:Blog do Vilar - 07/07/2009

quinta-feira, 2 de julho de 2009

II Encontro de CCAs da CMM no dia 20 de junho de 2009

Participação do Deputado Castelo na II Conferencia de CCAs da CMM da Sociedade São Vicente de Paulo.

Fonte: Fotos/Imagens: Sidcley Gomes e José Rosivaldo

Equipe de Assessores do Deputado Hildon Fidelis, o Castelo

Produzido e Editado por PickPoint Digital

Veja fotos no site abaixo:

http://pickpointdigital.blogspot.com

terça-feira, 30 de junho de 2009

PEC pró Toledo é aprovada em segunda votação

Emenda Constitucional abre caminho para nomeação de Fernando Toledo ao Tribunal de Contas

Foi aprovada no pleno da tarde desta terça-feira (30), durante sessão na Assembléia Legislativa (ALE), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 46), que permite que o atual presidente do Legislativo, deputado Fernando Toledo (PSDB), assuma vaga de conselheiro do Tribunal de Contas de Alagoas. A PEC é de autoria do deputado e 2º secretário Marcelo Victor (PTB) e altera o parágrafo 7º do artigo 95 da Constituição Estadual.A PEC foi acatada em segunda votação, na ALE, seguindo o mesmo esquema da quinta-feira passada (25): 18 votos a 6. Os deputados que se mantiveram contra à proposta foram Rui Palmeira (PR), Judson Cabral (PT), Paulão (PT), Hildon Fidélis (PTB), o Castelo, Hélio Silva (DEM) e Manoel Sant'Anna (PTB). Paulão garantiu que entrará com um requerimento subscrito pelos seis deputados da oposição à proposta. O documento será encaminhado para o procurador geral de justiça, Eduardo Tavares. O deputado pediu ainda que o PT nacional entre com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), no Supremo Tribunal Federal (STF), uma vez que apenas entidades e partidos com representação nacional podem entrar com a ação. A decisão sairá no Diário Oficial desta quarta-feira (01), quando será divulgada oficialmente a mudança na Constituição Estadual. O próximo passo é que o governador Teotônio Vilela Filho (PSDB), que já adiantou seu 'compromisso político' com o colega de partido, nomeie Fernando Toledo como conselheiro do Tribunal de Contas.
Fonte: Gazetaweb - com Porllanne Santos

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Deputado Hildon Fidelis, o Castelo, apoiando a Cultura do Estado de Alagoas.

O Deputado Hildon fidelis, o Castelo, apoiando a Luar do Sertão em sua caminhada no São João 2009
Foto: Suelen Dayane

terça-feira, 23 de junho de 2009

Aprovado projeto que institui campanha educativa de prevenção à gravidez precoce


Projeto aprovado na Assembleia Legislativa, na sessão desta terça-feira (23), autoriza o Poder Executivo a instituir campanha educativa de prevenção à gravidez precoce. De acordo com o texto de autoria do deputado Hildo Fidélis, o Castelo (PTB), a campanha terá caráter permanente e deverá ser desenvolvida nas escolas da rede pública do Estado. A matéria, aprovada em segunda votação, será encaminhada agora para a sanção ou veto do governador Teotonio Vilela Filho.
Fonte: ALE

Audiência Pública, Tema: A Corrupção Eleitoral e a Compra de Votos nas Eleições.


O Deputado Estadual Hildon Fidelis, o Castelo, requereu a mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Alagoas, no dia de hoje 23 de junho de 2009, uma Audiência pública, para o mês de agosto, para discutir o Tema: A Corrupção Eleitoral e a Compra de Votos nas Eleições.

Fonte: Assessoria do Deputado Castelo.

Campanha Ficha Limpa é tema de discurso na Assembléia Legislativa de Alagoas

A Campanha Ficha Limpa ganha crescente apóio de diversos setores da sociedade, o que se reflete nas mais de 800 mil assinaturas arrecadadas em todo o país até a primeira quinzena de junho. Em Alagoas, a iniciativa foi tema discutido na Assembléia Legislativa do Estado na semana passada (16/06) quando o projeto de lei sobre a vida pregressa dos candidatos foi apresentado durante plenária, convidando eleitores e eleitoras a aderirem ao abaixo-assinado.

Em discurso na Casa, o deputado estadual Hildo Fidélis da Silva, propositor do assunto na tribuna, informou que está coletando assinaturas em seu gabinete, lembrando que o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) é apartidário. Por esta razão a Campanha Ficha Limpa pode ser abraçada por diversas forças políticas que concordem com a iniciativa. Silva reforçou o convite à campanha defendendo que os candidatos em débitos com a Justiça não tenham acesso à Assembléia Legislativa em 2010.
O Comitê 9840 de Alagoas está coletando assinaturas das 8h às 17h no Palácio do Trabalhador, onde funciona a sede do comitê. Para participar, é preciso preencher o formulário com o número do título de eleitor, nome completo e assinatura. A meta da campanha é arrecadar 1,3 milhões de assinaturas, que serão enviadas ao Congresso Nacional. Esse valor corresponde a 1% do eleitorado brasileiro.
Fonte:
Edma Cristina de Góis
Assessoria de Comunicação- Comitê Nacional
Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral
http://www.lei9840.org.br/noticias/not653.htm

domingo, 21 de junho de 2009

ALE tem projetos estranhos rejeitados

O deputado Hildon Fidelis, O Castelo, é campeão em Projetos.
DOCUMENTOS NÃO PASSAM DA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA, ONDE SÃO BARRADOS POR SEREM DECLARADAMENTE INCONSTITUCIONAIS.
Nem só de proposta de Emenda Constitucional que “caiu na boca do povo” e ganhou até apelido – PEC do Toledo -, vive a Assembleia Legislativa de Alagoas. Pela Casa também tramitam projetos considerados no mínimo “curiosos”. Diferentes da PEC, que está a duas votações de ser aprovada, os projetos não passam da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde são barrados por serem declaradamente inconstitucionais. O número é de chamar a atenção. De 24 de março até a semana que passou, foram apreciados pela CCJ 109 projetos, aprovados 70 e rejeitados 39. Ou seja, 35% das idéias apresentadas pelos deputados que poderiam virar lei, vão parar nos arquivos da Assembleia e depois viram entulhos.
O campeã de projetos rejeitados é o suplente que virou Deputado Hildon Fidelis, o Castelo (PTB). Dos 39 projetos considerados inconstitucionais, 27 são do parlamentar. Mas isso não parece incomodar Castelo, que chegou à Assembleia no dia 29 de outubro de 2008, para ocupar a vaga deixada por Marcos Ferreira (PMN), um dos dez Deputados afastados pela Operação Taturana, da Policia Federal. Teve 340 votos e ficou na 14ª suplência. Estava longe de sonhar que ocuparia uma das cadeiras da Assembleia. O que era um sonho virou realidade e Castelo chegou lá.
Hoje, considera normal ser líder de projetos barrados na casa. Orgulha-se de dizer que está nos dois extremos: o de rejeição e aprovação. Castelo teve 16 projetos de lei aprovados. O maior número registrado pela CCJ entre os 26 parlamentares da Casa Tavares Bastos. E não é só. Confiante de que esta “no caminho certo”, ele ainda espera ver analisados outros 69 projetos protocolados na Assembleia desde que assumiu o mandato. Na quarta feira, durante a sessão ordinária, Castelo foi o centro da discussão. Um dos projetos dele, que “Institui o programa de conservação, uso e reuso da água”, foi considerado inconstitucional pela CCJ. O parecer foi levado a plenário e aprovado pela maioria dos deputados presentes, inclusive pelo autor da matéria. A exceção ficou por conta do voto dos deputados Paulo Fernando dos Santos e Judson Cabral, do PT. A polêmica surgiu porque enquanto a CCJ disse que o projeto não tinha legalidade, por se tratar de matéria privativa da união, a Comissão de Saúde, Educação, Cultura e Turismo, por onde o projeto tramitou, declarou que o projeto era constitucional. Indiferente à polêmica e ao protesto do presidente da Comissão de Constituição e Justiça, deputado Ricardo Nezinho (PT do B), Castelo manteve o silêncio, e a matéria foi retirada de pauta.
Fonte: Gazeta de Alagoas 21/06/2009 Repórter: Niviane Rodrigues

terça-feira, 16 de junho de 2009

Parecer da Pec Pró-Toledo é aprovado na ALE

Segundo o texto, o Artigo 95, parágrafo 7º, da Constituição Estadual deverá ser alterado.

Josenildo Törres

Por 18 votos contra seis foi aprovado o parecer da Pec Pró-Toledo, durante a sessão desta terça-feira da Assembleia Legislativa do Estado (ALE). Segundo o texto, de autoria do deputado Marcelo Victor, o Artigo 95, parágrafo 7º, da Constituição Estadual deverá ser alterado, já que ele especifica que a próxima vaga do TC/AL deveria ser ocupada por um auditor.
Mas, com o argumento de que os auditores concursados ainda estariam em estágio probatório, a proposta de Marcelo Víctor é ressaltar que o Executivo pode indicar, neste caso, qualquer outra pessoa que se enquadre nas especificações da Lei, inclusive, um membro do Parlamento estadual.
Os deputados que votaram contrários ao Parecer da Pec Pró-Toledo, que ainda irá à votaçaõ em plenário, foram Judson Cabral (PT), Paulo Fernando dos Santos (Paulão do PT), Manoel Sant'Anna (PTB), Castelo (PTB), Hélio Silva (DEM) e Rui Palmeira (PR).


Fonte: Site: http://www.tudonahora.com.br 16:32 - 16/06/2009